PROCESSOS DE CODIFICAÇÃO P/RADIOFREQUÊNCIA (RF)

PROCESSOS DE CODIFICAÇÃO P/RADIOFREQUÊNCIA (RF)

Todos os sistemas de comunicação via RF, com acesso restrito, necessitam de alguma forma de proteção, que torne sigilosa a informação transmitida. Nos sistemas de comando remoto de pequeno alcance, utilizados para acionamento de portões de garagens, alarmes, etc., há três maneiras diferentes de manter a segurança da comunicação entre transmissores (“controles remotos”) e receptores:

  • Codificação fixa definida pelo usuário => é aquela em que é necessário codificar manualmente o receptor e os transmissores, de acordo com um padrão definido;
  • Codificação fixa por processo “Learning Code” => os transmissores tem códigos personalizados e inalteráveis (de 22 bits), sendo, o receptor, programado para reconhecê-los;
  • Codificação por processo “Hopping Code” (ou “Rolling Code”) => tecnologia patenteada, com criptografia de 64 bits, onde os códigos de segurança dos transmissores mudam (“rolam”) de uma transmissão para outra. O receptor é programado, pelo processo “learning”, para cadastrar os transmissores e, a partir de cada código inicial memorizado, um algoritmo complexo permite que este receptor reconheça todas as combinações possíveis (mais de 16 bilhões) para cada transmissor cadastrado. Após a transmissão, o receptor só aceitará aquele código novamente, após esgotarem-se todas as combinações (são necessários mais de 18 anos, com duas operações por dia, para que isto aconteça). Isto significa que, se, por algum processo eletrônico, alguém conseguir clonar o código de uma transmissão “hopping”, esta informação não poderá ser usada, para burlar o sistema de segurança, senão após quase duas décadas. Conclusão: este é o processo mais seguro para garantir que, apenas, os transmissores cadastrados serão reconhecidos pelo receptor.
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